Agora, no Brasil, o único
ETF US Real Estate
medalha de Ouro pelo ranking da Mornigstar.

Tenha exposição ao Mercado Imobiliário dos EUA com apenas um “click”.

Disponível na B3.

O ETF também é conhecido como fundo de índice. Trata-se de um fundo de investimento cuja estratégia é replicar um índice do mercado financeiro. Dessa maneira, é uma modalidade coletiva, com uma gestão profissional que se responsabiliza pela alocação de recursos e movimenta os ativos.

O investimento nos ETFs é feito pela aquisição de cotas, cujo preço varia conforme o fundo e as condições do mercado. Para que sejam lançados, eles devem seguir diversas regulamentações legais e ter a autorização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Em relação às negociações, elas ocorrem por meio da bolsa de valores brasileira, a B3. O processo de compra e venda é semelhante ao das ações, mas você aprenderá mais sobre o assunto ao longo deste material.

No lançamento de um ETF na bolsa de valores, existem diversos agentes que participam do processo. Cada um tem uma função específica para o funcionamento e desenvolvimento do fundo. No entanto, os termos podem gerar dúvidas entre os investidores.

A seguir, você aprenderá mais sobre eles. Acompanhe!

Gestora

A gestora é a empresa responsável pela gestão do fundo, implementando a estratégia específica na seleção e negociação dos ativos. Para tanto, são previstas diversas regras no regulamento do fundo de investimento.

A atuação nos fundos pode acontecer de duas maneiras: ativa ou passiva. Na primeira, eles buscam superar o benchmark do mercado. Na segunda, a ideia é apenas replicar ou acompanhar o desempenho de um determinado indicador. Logo, o ETF tem gestão passiva.

Distribuidor

O distribuidor do fundo é o responsável pela distribuição das cotas aos interessados. Assim, podem ser corretoras, bancos de investimentos, instituições financeiras, entre outros.

Cotista

Como o investimento no ETF é feito por meio da aquisição de cotas, o investidor que fez o aporte é conhecido como cotista. Assim, ele passará a ter obrigações e direitos previstos na documentação do fundo.

Além desses agentes, há o formador de mercado e o custodiante. Você aprenderá mais sobre eles nas próximas questões.

Um termo que gera muitas dúvidas quando se trata da estrutura de ETFs é o formador de mercado ou market maker. Ele atua fornecendo lances de compra e venda alinhados ao mercado de cada ativo negociado.

Para tanto, ele se compromete com a cotação contínua dos preços para viabilizar a compra e a venda entre investidores. Isso garante liquidez e profundidade ao mercado financeiro. No caso do ALUG11, o formador é a empresa Credit Suisse (Brasil) S.A Corretor de Títulos e Valores Mobiliários.

Os ativos que compõem o ETF não são repassados diretamente ao investidor. Portanto, eles devem permanecer alocados de maneira segura. Isso é feito com intermédio da instituição custodiante.

Ela é a responsável por fazer o registro e a custódia dos ativos, assim como realizar a liquidação. Logo, é a custodiante que tratará dos recebimentos e pagamentos realizados diante das movimentações do portfólio.

Vale destacar que a custodiante deve ser autorizada pela CVM. Isso visa aumentar a segurança do processo para todos os envolvidos, pois a instituição também atuará garantindo que as operações serão feitas seguindo as diretrizes estabelecidas.

O ALUG11 é um ETF que replica o ETF VNQ (Vanguard Real Estate). Trata-se de uma alternativa internacional que replica o Índice MSCI US IMI Real Estate 25/50 Index.

O ETF original está listado na bolsa de valores de Nova Iorque, a NYSE. Assim, exigiria que os investidores tivessem conta no exterior e realizassem o câmbio para investir na alternativa. Porém, com o ALUG11 isso pode ser feito pelo Brasil, investindo por meio da B3.

Na prática, a sua composição é de 95% do patrimônio em cotas do ETF VNQ. Além disso, ele pode atuar em posições compradas no mercado futuro e em REITs (Real Estate Investment Trust) que compõem a carteira teórica do índice espelhado.

Outra possibilidade é a atuação em operações de empréstimos de ações no mercado, visando buscar rentabilidade extra aos cotistas.

Sobre o ETF VNQ

Para entender melhor o ALUG11, é importante conhecer detalhes sobre o ETF VNQ, que é replicado pelo fundo. O índice replicado (MSCI US IMI Real Estate 25/50 Index) conta com mais de 170 REITs (Real Estate Investment Trusts) que são investimentos imobiliários (do mercado americano) nos mais diversos setores, como residencial, escritórios, industrial, galpões, self-storages, torres de celulares, datacenters, varejo, hospitais, fazendas, etc.

O VNQ é gerido pelo Vanguard Group, uma das maiores gestoras de fundos de investimento do mundo, com mais de US$ 7 trilhões sob gestão.

Um ponto essencial ao considerar o investimento em ETFs é saber que os preços de negociações podem oscilar no mercado. Primeiro, os movimentos podem acontecer pelas movimentações referentes aos ativos que compõem a carteira e ao índice ao qual o fundo está vinculado.

Porém, tratando especificamente do ALUG11, vale destacar também a influência das oscilações cambiais. Isso acontece indiretamente, tendo em vista que a composição do ETF VNQ é de ativos internacionais, que se expõem às outras moedas.

Os fundos de investimento, incluindo os ETFs, contam com uma taxa de administração. Ela corresponde a um valor pago pelos cotistas cujo objetivo é remunerar o gestor e o restante da estrutura do fundo, que envolve outros agentes e serviços.

A cobrança incide sobre o total do valor investido — englobando o capital aportado e os rendimentos recebidos. A taxa de administração é sempre expressa em um percentual anual e nos fundos de gestão passiva ela tende a ser menor do que nos fundos de gestão ativa.

Especificamente no ALUG11, as taxas cobradas são:

• taxa de administração de 0,48% ao ano, recolhida proporcionalmente até o 5º dia útil de cada mês;
• taxa de administração referente ao ETF VNQ, de 0,12% ao ano.

Portanto, o custo total referente às taxas de administração será de 0,60% ao ano.

A tributação dos ETFs varia conforme o tipo de investimentos. Os que focam em renda fixa, por exemplo, têm alíquota entre 25% e 15% conforme o prazo médio da carteira, considerando os títulos que a compõem. Nesse caso, o Imposto de Renda é descontado na fonte.

Já nos portfólios de renda variável, como no ALUG11, a tributação é fixa. Nessa situação, há pagamento de 15% sobre o ganho de capital na venda das cotas. Contudo, se a operação for de day trade (com compra e venda no mesmo pregão), a alíquota será de 20%.

O recolhimento é feito por meio do Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF). Ele é gerado pelo investidor no site da Receita Federal. Esse pagamento deve acontecer até o último dia útil do mês subsequente ao da operação que gerou lucro.

Vale destacar que o documento não pode ser emitido em valores inferiores a R$ 10. Se esse for o caso, guarde o comprovante e inclua o valor no próximo recolhimento.

O investimento nos ETFs é feito pela aquisição de cotas, cujo preço varia conforme o fundo e as condições do mercado. Para que sejam lançados, eles devem seguir diversas regulamentações legais e ter a autorização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Em relação às negociações, elas ocorrem por meio da bolsa de valores brasileira, a B3. O processo de compra e venda é semelhante ao das ações, mas você aprenderá mais sobre o assunto ao longo deste material.

Investir em ETFs pode ser uma alternativa interessante para a diversificação da carteira. Isso permite se expor a diferentes ativos por meio da compra das cotas. Assim, é possível ter resultados com as ações de diversas empresas, sem precisar adquiri-las individualmente, por exemplo.

Eles também costumam ter um custo mínimo relativamente baixo, facilitando o acesso dos investidores. Ademais, quando se trata do ALUG11, existem outras vantagens que merecem destaque.

Veja só:

• internacionalização da carteira: você pode se expor ao mercado imobiliário americano  com diversificação de setores (imobiliários) sem sair do Brasil;

• exposição a um mercado em expansão: o mercado imobiliário americano cresce ao longo do tempo.

• liquidez: os ETFs são negociados na bolsa de valores, então costumam ter maior liquidez;

Vale destacar que ETFs brasileiros não distribuem dividendos, mesmos sendo ligados a empresas ou fundos que fazem isso. Assim, os rendimentos obtidos e os dividendos que sejam pagos em decorrência do ETF VNQ serão automaticamente reinvestidos no fundo.

Ou seja, não há pagamentos feitos aos investidores de maneira direta. No entanto, há ganhos indiretos por meio da valorização do patrimônio do fundo e das cotas dos investidores.

Os índices do mercado financeiro podem ter composições bastante variadas, oferecendo informações sobre o mercado aos investidores. Ao permitir um investimento atrelado aos indicadores, de maneira prática e acessível, os ETFs facilitam a diversificação.

Como você viu, a alternativa expõe os investidores à carteira teórica do índice por meio de suas cotas. Considerando o custo do investimento individual nos mesmos ativos, o ETF se torna essencial para viabilizar a estratégia.

Em complemento, há maior facilidade de gestão. Em vez de estudar, negociar e acompanhar o mercado de maneira ativa, você adquire as cotas e o gestor profissional se responsabilizará por todas as movimentações. Tudo isso colabora com a diversificação do seu portfólio.

Embora o ETF apresente vantagens, é necessário considerar os riscos envolvidos no aporte. Lembre-se de que eles são uma alternativa de renda variável, então não é possível garantir retornos — inclusive, podem acontecer perdas.

Em relação ao ALUG11, também há o risco cambial relacionado à variação do dólar. Logo, não são apenas as movimentações dos ativos que podem afetar a negociação, mas as movimentações das moedas. Desse modo, é importante ter certa tolerância aos riscos para investir na alternativa.

Já nos portfólios de renda variável, como no ALUG11, a tributação é fixa. Nessa situação, há pagamento de 15% sobre o ganho de capital na venda das cotas. Contudo, se a operação for de day trade (com compra e venda no mesmo pregão), a alíquota será de 20%.

O recolhimento é feito por meio do Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF). Ele é gerado pelo investidor no site da Receita Federal. Esse pagamento deve acontecer até o último dia útil do mês subsequente ao da operação que gerou lucro.

Vale destacar que o documento não pode ser emitido em valores inferiores a R$ 10. Se esse for o caso, guarde o comprovante e inclua o valor no próximo recolhimento.

O investimento nos ETFs é feito pela aquisição de cotas, cujo preço varia conforme o fundo e as condições do mercado. Para que sejam lançados, eles devem seguir diversas regulamentações legais e ter a autorização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Em relação às negociações, elas ocorrem por meio da bolsa de valores brasileira, a B3. O processo de compra e venda é semelhante ao das ações, mas você aprenderá mais sobre o assunto ao longo deste material.

Se você se interessou pelo ETF, é comum ter dúvidas sobre quem poderá adquirir as cotas. Ele é destinado a todos os investidores, incluindo os institucionais e pessoas físicas. Então, desde que o veículo seja adequado ao seu perfil e objetivos, é possível fazer o investimento.

Como visto, o ETF é negociado na bolsa de valores. Portanto, a aquisição exigirá que você tenha uma conta em uma instituição financeira, como banco de investimento ou corretora de valores. Por meio dela, você terá acesso ao home broker, que é o ambiente de negociações na bolsa.

Tanto a compra quanto a venda são feitas utilizando o sistema, informando o total de cotas que serão compradas ou vendidas. Depois, basta emitir a ordem de compra ou venda e aguardar a liquidação. Vale destacar que o lote mínimo é de uma cota.

O horário disponível para adquirir ou vender cotas depende do funcionamento da B3. Você pode consultar no site da instituição, neste link.

Se você se interessou pela compra do ETF, é importante conhecer o procedimento para encontrá-lo entre as alternativas da B3. Isso é feito por meio do ticker — o código formado por 4 letras, seguido de uma numeração que identifica o tipo de ativo.

Nesse caso, o ALUG11 é o ticker que você deverá procurar ao acessar o home broker da sua corretora ou do banco de investimentos. Depois de localizá-lo, é possível conferir as informações sobre ele para determinar que se trata do ETF desejado e prosseguir com a compra.

Se este guia não foi suficiente para esclarecer as suas dúvidas sobre o ALUG11, você pode entrar em contato com a Investo. Por meio do nosso site você tem acesso aos diferentes canais de atendimentos, como:

• mensagem via site;
• e-mail;
• telefone;
• endereço;
• redes sociais.

Dessa maneira, você pode encontrar o meio mais adequado para enviar a sua mensagem e receber o atendimento desejado.

Somos uma gestora autorizada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e aderente à Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais).

Queremos ajudar os brasileiros a melhorar a qualidade de vida na composição de um portfólio diversificado e acesso ao mercado global. Por isso, focamos em ETFs com exposição ao mercado internacional.

Se você quer diversificar a sua estratégia, entre em contato conosco e conheça os nossos produtos!