5 vantagens de investir no exterior

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Turbulência e incertezas de ordem política e econômica desfavorecem o ambiente de negócios, as decisões de investimentos e as perspectivas em qualquer país. A solução é buscar por alternativas de investimentos mais favoráveis, seja no mercado interno ou externo. Mas se esse assunto não é novidade para você que, sabendo dessas instabilidades, já diversifica suas aplicações, saiba que você pode estar perdendo uma grande oportunidade de deixar essa cesta de ativos ainda mais diversa e, consequentemente, segura, investindo fora do país de forma prática e rentável.

Para o mestre em Economia e professor universitário, *Rodrigo Mariano, o mercado internacional é uma boa opção para investimentos, principalmente, porque alguns países estão saindo mais rapidamente da crise econômica, devido às medidas de controle da pandemia e da ampliação da vacinação. “É importante que os investidores estejam atentos às diversas oportunidades. Os investimentos no exterior são uma boa opção, dado o cenário de  instabilidade da política e da economia em nosso país”, comenta.

O professor explicou ainda que, no Brasil, a oferta de investimentos no exterior por meio dos  bancos e corretoras ainda é bastante reduzida, mas é o caminho mais simples e atrativo para quem deseja iniciar uma estratégia de investimentos no exterior. 

Entre as vantagens de investir fora do país, Rodrigo salientou o retorno do investimento, que tem sido superior ao rendimento de outras modalidades no Brasil. Isso sem falar da  diversificação que, segundo ele, considerando o mundo atual com menos barreiras aos recursos financeiros, abre possibilidades para investir em empresas do mundo todo, “Pensar em investimentos no exterior deve ser analisado como estratégia. E para quem está iniciando neste tipo de investimento, além de buscar muito conhecimento, deve analisar no longo prazo e estruturar seu investimento como uma alternativa para se expor em uma moeda forte e com relevância mundial, como por exemplo, nos investimentos a serem realizados nos EUA”, salienta.

Ele ainda destacou a importância de considerar os aspectos burocráticos, tributários, jurídicos e operacionais, antes de decidir pelo investimento fora do país, embora eles possam ser minimizados buscando por renomadas assessorias de investimentos, “O investidor deve avaliar, ponderar e se atentar aos benefícios e riscos destas operações internacionais. As questões burocráticas que merecem destaque estão relacionadas às diferenças em tributações, por exemplo, que diferem entre o Brasil e outros países.  As questões jurídicas também são importantes, pois as leis podem ser diferentes em alguns aspectos e, neste sentido, vale ressaltar a transferência dos investimentos aos herdeiros, em caso de morte do titular do investimento no exterior, que em algumas modalidades de investimentos externos podem requerer um inventário no país do investimento”, destaca.

E para ajudar o investidor nessa tomada de decisão, nós da Investo elencamos cinco principais vantagens de colocar seu dinheiro para render em outras moedas de forma prática e segura. Aí vão elas:

01 – ESTABILIDADE 

Investindo em ativos no exterior, você protege seus investimentos das oscilações da moeda brasileira e de eventuais crises que possam ocorrer por aqui. Mas, atenção, embora possuir ativos emitidos no exterior seja uma boa maneira de diversificar e de, possivelmente, garantir ganhos no longo prazo, lembre-se que os mercados de outros países também passam por turbulências que afetam os preços das ações e o valor de suas moedas.

Os riscos – e também algum grau de incerteza – fazem parte do mundo dos negócios – mas você pode diminuí-los com boas estratégias, busca de conhecimento e boa orientação.

02 – PRATICIDADE

Investir fora do país pode ser tão fácil quanto investir no Brasil, basta abrir uma conta em uma corretora de sua confiança e procurar por investimentos como ETFs, por exemplo.  Eles são um tipo de fundo de investimento (com a vantagem de serem de baixo custo e negociados na bolsa de valores), que possuem rentabilidade atrelada a índices de mercado, sejam esses índices do Brasil ou do exterior.

No mercado brasileiro você encontra alguns ETFs que contêm ativos do exterior em sua composição. Basta comprar uma cota desse ETF que a própria gestão do fundo se encarregará de aplicar em ativos estrangeiros.

03 – VERSATILIDADE 

Investir no exterior permite que você tenha acesso a ativos muito mais versáteis. É possível investir, por exemplo, em empresas de um determinado setor. Que tal ser sócio de empresas do setor de Tecnologia americano, como Intel, Apple e Microsoft, com um só clique? 

Existem vários tipos de ETFs negociados no mercado brasileiro. Alguns deles replicam índices de renda variável, outros de renda fixa. Há ainda aqueles atrelados a índices de bolsas de outros países, o que faz com que os ETFs abram janelas para quem quer diversificar investimentos em nível internacional. 

 04 – RENTABILIDADE

Quando se compra uma cota de ETF, o dinheiro vai para um fundo que coleta dinheiro de outros investidores também. A gestão do fundo (ou seja, do próprio ETF) compra ativos (ações, títulos públicos etc) com esse dinheiro, com o objetivo de gerar rentabilidade a seus investidores. É uma espécie de terceirização: você contrata profissionais para fazerem seu dinheiro trabalhar para você. A rentabilidade de um ETF é muito semelhante ao desempenho do índice de mercado que ele segue. Além disso, por ser um fundo passivo (que segue um índice) o cotista consegue verificar, a qualquer momento, qual a composição da cesta de ativos (empresas) que o gestor está investindo. A transparência nos investimentos realizados pelo gestor é de 100%. 

05 – BAIXO CUSTO

Os fundos de investimento tradicionais podem cobrar entre 2% e 4%, ao ano, de taxa de administração (que é uma tarifa paga pelo serviço realizado pelo fundo). Já as taxas dos ETFs geralmente não passam de 1%, sendo que há várias opções abaixo dos 0,5%. Além disso, o valor das cotas podem chegar a R$ 10,00.

Quer mais vantagens para investir no exterior? Venha conhecer mais sobre os ETFs da Investo e como eles podem te ajudar a obter mais rentabilidade.

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*Rodrigo Mariano é mestre em  Economia pela PUC, professor universitário, diretor do Sindicato dos Economistas do Estado de São Paulo, membro do Conselho Regional de Economia de São Paulo, conselheiro da Associação Metropolitana de Micro e Pequenas Empresas e dos Empreendedores Individuais de Florianópolis e Head da Gestão Corporativa da APAS – Associação Paulista de Supermercados.

 

 

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